Persona: aumente suas conversões em 76% com estratégia de cliente ideal em 2026

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Conteúdo criado por: Verônica Knaut

Head de conteúdo - Equipe Lab Growh

Publicado em: 13 de abril de 2023
Conteúdo atualizado em: 26 de janeiro de 2026
O que é persona e como criar uma?

Índice de conteúdo

Você está gastando milhares em marketing digital, mas seus anúncios chegam para pessoas que não vão converter. Seus emails têm taxa aberta de 2-3%. Seu time de vendas reclama que os leads não têm qualidade. Isso acontece porque você não conhece quem realmente é seu cliente ideal. Sem essa clareza, você está atirando no escuro — e perdendo dinheiro em cada campanha.

Para aumentar conversão em sua empresa, você precisa: definir uma persona baseada em dados reais de clientes, coletar informações através de entrevistas e CRM, agrupar padrões de comportamento e aplicar em todas as estratégias de marketing. Combinadas, essas ações aumentam engajamento em 76% e reduzem custo de aquisição em até 50%.

Neste artigo, você vai entender o que é persona, por que empresas que implementam essa estratégia crescem 50% mais rápido que concorrentes, os 7 tipos de personas que sua empresa precisa conhecer, como coletar dados de verdade (não apenas achismo), e um passo a passo prático para criar suas personas em 5 etapas. Se você é um empresário em Curitiba que quer finalmente falar com a pessoa certa, da forma certa, continua lendo.

O que é Persona: definição e conceitos que você precisa conhecer

Persona é uma representação semi-fictícia do seu cliente ideal, construída com base em dados reais de comportamento, necessidades e objetivos. Diferente do público-alvo, que é amplo e genérico, a persona traz detalhes humanizados: nome, idade, profissão, desafios específicos, sonhos e como ela toma decisões de compra.

Pense assim: se o público-alvo é “mulheres entre 30-45 anos, classe média, em Curitiba”, a persona é “Márcia, 38 anos, proprietária de pequeno salão de estética em Bom Retiro, mãe de dois filhos, que sonha em expandir o negócio para uma rede de franquias e tem dificuldade em gerenciar múltiplas unidades”.

Persona vs. Público-alvo: qual é a diferença real?

O público-alvo usa dados superficiais (idade, sexo, renda). A persona vai além — ela descreve como essa pessoa pensa, sente e compra.

AspectoPúblico-AlvoPersona
DadosDemográficos básicosComportamentais + psicológicos
ProfundidadeGeneralistaEspecífica e detalhada
AplicaçãoAlcance amploDirecionamento preciso
EfetividadeMenor precisão de mensagem76% mais engajamento
ExemploHomens 25-40, São PauloCarlos, 32, CFO de startup, prefere conteúdo em vídeo

A consequência prática? Empresas que usam personas adequadamente geram aumento de 62% na taxa de resposta a comunicações direcionadas e reduzem custo de aquisição de clientes em até 50%.

Os 4 tipos de personas que toda empresa deve conhecer

Não existe apenas um tipo de persona. Dependendo de seu objetivo, você pode criar diferentes representações:

1. Buyer persona — a mais utilizada. Representa o cliente ideal que realmente compra seu produto ou serviço. Inclui perfil demográfico, comportamental, desafios e objetivos específicos.

2. Audience persona — foca no público que consome seus conteúdos, mas nem sempre compra. Útil para orientar sua estratégia de marketing de conteúdo e canais de comunicação.

3. Brand persona — não representa o cliente, mas a personalidade da sua marca. Define tom de voz, valores e como a empresa se relaciona com públicos.

4. Proto persona — versão inicial e simplificada, criada a partir de suposições internas, sem dados robustos. Serve como ponto de partida antes de validar com pesquisas.

A maioria das empresas começa com a buyer persona, depois desenvolve audience e brand personas conforme crescem.

Por que personas aumentam conversão em 76% e reduzem custos

Se criar personas fosse apenas “coisa de marketing”, grandes empresas não investiriam bilhões nisso. A verdade é que dados concretos mostram impacto financeiro direto.

O impacto mensurável em números

Empresas que implementam estratégias personalizadas (baseadas em personas) registram:

  • 76% de aumento no engajamento
  • 50% de redução no custo de aquisição de clientes (CAC)
  • 20% a 30% de aumento em receita
  • 62% de aumento na taxa de resposta a comunicações direcionadas
  • 54% de crescimento no tempo que o cliente interage com conteúdo relevante

Por que acontece? Porque quando você fala com a pessoa certa, da forma que ela entende, ela compra. Simples assim.

Caso prático: loja em Curitiba que cresceu 85% em 6 meses

Uma loja de equipamentos esportivos em Bom Retiro, Curitiba, estava invisível online. Não tinha website. Google Maps desatualizado. Vendas tinham caído 40%.

Implementaram:

  • Persona específica: “Eduardo, 35 anos, corredor amador, mora em Curitiba, trabalha em startup”
  • Website otimizado para essa persona
  • Conteúdo sobre “Equipamento de corrida”, “Como escolher tenis”
  • SEO local com persona em mente

Resultado em 6 meses:

  • Tráfego para Google Maps: +280%
  • Avaliações: cresceram de 3 para 48 (média 4.7★)
  • Receita: +85%

O fator crítico? Conhecer quem era Eduardo. Sua idade. Suas necessidades. Onde ele buscava informação. E falar exatamente para ele.

A matemática do ROI com personas

Um empresário que gasta R$ 1.000/mês em anúncios sem personas:

  • Chega para 10.000 pessoas
  • Converte 1% = 100 leads
  • CAC: R$ 10/lead

Um empresário que gasta R$ 1.000/mês com personas bem definidas:

  • Chega para 3.000 pessoas (mais selecionadas)
  • Converte 4% = 120 leads (taxa melhor por segmentação)
  • CAC: R$ 8,33/lead

Diferença: 20 leads adicionais com menos investimento. Ao longo de 12 meses: 240 leads a mais. Se 10% viram clientes: 24 vendas extras ao ano.

Coletando dados reais: como pesquisar sua persona sem chutar

O maior erro que vemos em Curitiba? Empresários criando personas “do achismo” — baseadas no que eles acham que o cliente é. Resultado: estratégias que não funcionam.

Dados reais vêm de três fontes principais.

Pesquisa quantitativa: os números que contam história

Pesquisa quantitativa responde “quanto” e “quantos”. Usa números, estatísticas, métricas.​

Fontes práticas:

  • Google Analytics: quem visita seu site? Qual idade? Que dispositivo usa? De onde vem?
  • CRM: qual é o histórico de compra dos clientes? Quanto gastam? Com que frequência compram?
  • Formulários e pesquisas online: você consegue dados de 100-500 respondentes em 2 semanas
  • Dados do seu e-commerce: quem compra? Que produto? Quanto gasta?

Exemplo:
Você descobre que 60% dos seus clientes são mulheres entre 28-35 anos, com renda de R$ 4-8 mil/mês, moram na zona sul de Curitiba, fazem compras via mobile 70% das vezes, e abandonam carrinho se o frete custa mais de R$ 50.

Agora você tem números. Mas falta contexto.

Pesquisa qualitativa: entender o “por quê” e o “como”

Pesquisa qualitativa responde “por quê”, “como” e “qual é o sentimento”. Usa narrativas, histórias, experiências.​

Fontes práticas:

  • Entrevistas com clientes (presenciais ou por vídeo chamada) — 5-15 entrevistas já geram insights poderosos
  • Questionários abertos no seu website ou email — “O que mais te dificultava antes de nos encontrar?”
  • Análise de reviews e comentários — clientes falam verdades nos comentários negativos
  • Social listening — monitorar o que seus clientes falam sobre você, seus concorrentes e o mercado nas redes sociais
  • Participação em grupos e comunidades — observar discussões em grupos do Facebook, comunidades do Slack, fóruns

Exemplo:
Você entrevista 10 clientes satisfeitos e descobre que eles escolheram você porque:

  • Um competitor deixou na mão em um projeto importante
  • Viram review positivo no Google
  • Um amigo recomendou
  • Confiam em você porque você responde rápido no WhatsApp

Agora os números ganham vida. Você sabe não só quem é seu cliente, mas como ele decide e por quê.

Social listening: escutar o que o mercado diz espontaneamente

Social listening é monitorar conversas em redes sociais para identificar tendências, dores, intenções de compra — sem que as pessoas saibam que estão sendo observadas.

O que procurar:

  • Reclamações sobre concorrentes
  • Perguntas sobre seu tipo de produto/serviço
  • Termos e palavras-chave que o público usa
  • Influenciadores e especialistas que seu público segue
  • Sentimentos: alegria, frustração, dúvida

Ferramentas práticas (muitas gratuitas):

  • Google Trends
  • Buscas no YouTube por termos relacionados
  • Monitorar comentários em posts de concorrentes
  • Análise de hashtags no Instagram

Por quê isso importa? Porque 70% dos consumidores usam redes sociais para descobrir marcas antes de comprar. Se você não está escutando, está perdendo sinais que seus clientes ideais estão enviando.

Tipo de PesquisaMelhor ParaTempoCusto
QuantitativaNúmeros, padrões, escala2-4 semanasMédio
QualitativaContexto, motivações, histórias3-8 semanasBaixo-Médio
Social ListeningTendências, sentimentos, intençãoContínuoBaixo
CRM + AnalyticsHistórico interno, comportamentoImediatoJá tem

A melhor estratégia combina as três.

Criando sua persona: 5 passos práticos e comprovados

Agora que você sabe de onde vêm os dados, vamos ao processo real de criar uma persona.

Passo 1: Colete dados de múltiplas fontes (semanas 1-2)

Não confie em uma única fonte. Combine:

  1. Dados internos (CRM, analytics, histórico de vendas)
  2. Entrevistas com clientes atuais (pelo menos 5-10)
  3. Pesquisas online (formulário rápido no site ou email)
  4. Social listening (monitorar conversas)
  5. Feedback da equipe de vendas — eles escutam dos clientes todos os dias

Ação imediata: Abra seu CRM e liste seus 10 clientes mais lucrativos. O que eles têm em comum?

Passo 2: Identifique padrões e agrupe similaridades (semana 3)

Com dados em mão, procure padrões:

  • Qual é a idade mais comum?
  • Qual a profissão que mais aparece?
  • Que dor é mencionada em 70%+ das entrevistas?
  • Como eles descobrem você? (indicação, Google, redes sociais?)
  • Qual o tempo médio da primeira visita até a compra?
  • Quanto eles gastam? Qual é a margem?

Agrupe pessoas com características semelhantes. Se você tem 40 clientes, provavelmente vai encontrar 2-3 grupos distintos.

Exemplo de padrão:

  • Grupo A: Mulheres 28-35, donas de pequenos negócios, buscam crescimento, encontram você via Google
  • Grupo B: Homens 40-55, diretores de empresas médias, preferem recomendação pessoal

Cada grupo será uma persona diferente.

Passo 3: Crie o perfil detalhado (semana 4)

Para cada grupo, construa um personagem:

Nome: escolha um nome realista e memorável (não “Cliente Ideal”, mas “Marina” ou “Paulo”)

Dados demográficos:

  • Idade
  • Gênero
  • Localização (Curitiba, bairro específico?)
  • Profissão/cargo
  • Renda aproximada
  • Escolaridade

Vida profissional:

  • O que faz no trabalho?
  • Quais são os principais desafios?
  • Como ela cresce na carreira?
  • Quanto tempo tem disponível?

Vida pessoal:

  • Estado civil, filhos?
  • Hobbies e interesses?
  • Como passa o tempo livre?

Comportamento digital:

  • Que redes sociais usa? (Instagram, LinkedIn, TikTok, Facebook?)
  • Como busca informação? (Google, YouTube, recomendação?)
  • Que tipo de conteúdo consome? (artigos, vídeos, podcasts?)
  • De que influenciadores segue?

Necessidades e dores:

  • Qual o principal problema que a traz para empresas como a sua?
  • Quais são as barreiras que impedem ela de comprar?
  • Quanto orçamento ela tem?

Objetivos e sonhos:

  • O que ela quer alcançar?
  • Como seu produto/serviço ajuda?

Exemplo de persona completa:

Marina

32 anos | Propietária de agência de marketing digital em Curitiba | Renda: R$ 15-25k/mês

Desafios: Precisa escalar a agência mas tem dificuldade em padronizar processos. Perde muito tempo em reuniões operacionais. Quer focar em vendas mas fica presa em demandas do dia a dia.

Dor: “Minha equipe cresce mas a rentabilidade cai. Não consigo delegar. Sinto que estou fazendo tudo e ninguém consegue fazer tão bem quanto eu.”

Como busca solução: Lê artigos de marketing no Medium e LinkedIn. Escuta podcasts durante viagens. Confia em recomendação de amigos empreendedores.

Objetivo: Escalar a agência para R$ 100k/mês em 2 anos mantendo qualidade.

Sua solução ajuda porque: Automatiza processos, libera seu tempo para vendas, padroniza qualidade.

Passo 4: Valide com a realidade (semana 5)

Não crie a persona e engavete. Valide com clientes reais.

Pergunte a um cliente:

  • “Você se identifica com essa descrição?”
  • “O que está errado?”
  • “Qual desafio deveria estar aqui que não está?”

Esse feedback refinará sua persona — a tornará mais precisa.

Passo 5: Implemente e atualize continuamente

Uma persona não é estática. Conforme seu mercado muda, ela muda também.

Implemente:

  • Compartilhe com toda a equipe (não apenas marketing)
  • Use em cada campanha de marketing
  • Oriente desenvolvimento de produtos
  • Guie o atendimento ao cliente
  • Determine prioridades de vendas

Atualize:

  • A cada trimestre, revise seus dados
  • Se 30%+ dos clientes mudaram de perfil, refaça a pesquisa
  • Considere criar uma nova persona se descobrir um segmento diferente

Os 7 erros que empresários em Curitiba cometem ao criar personas

Deixa eu ser franco: a maioria das personas que vemos por aí está errada. Aqui estão os erros mais comuns — e como evitar.

Erro 1: Confundir público-alvo com persona

O erro: “Nosso público-alvo é pequenas empresas de Curitiba, então essa é nossa persona.

Por quê está errado: Público-alvo é amplo. Persona é específica. Se você trata como a mesma coisa, acaba criando estratégias genéricas que não convertem.

Como evitar: Lembre-se — público-alvo responde “quem em geral?” Persona responde “quem exatamente, como pensa, como compra?”

Erro 2: Basear-se apenas no achismo

O erro: “Achamos que nosso cliente é assim…” — sem nenhuma entrevista, pesquisa ou dado.

Impacto: Estratégias desalinhadas com realidade. Mensagens que não fazem sentido. Baixa conversão.

Como evitar: Faça pelo menos 5-10 entrevistas. Pergunte direto aos clientes. Deixe achismo de lado.

Erro 3: Criar muitas personas

O erro: Uma persona para cada produto. Uma para cada segmento. No final, 8-10 personas.

Por quê está errado: Muitas personas diluem o foco. Sua equipe fica perdida. Campanhas ficam fragmentadas. É inviável gerenciar.

Regra de ouro: comece com 1-2 personas principais. Conforme cresce, pode adicionar mais — mas raramente você vai precisar de mais de 3-4.

Erro 4: Não divulgar a persona para toda empresa

O erro: Marketing cria a persona. Vendas nunca fica sabendo. Financeiro não sabe. Produto não sabe.

Resultado: Cada departamento trabalha para públicos diferentes. Desalinhamento total.

Como evitar: Compartilhe a persona (em documento ou apresentação) com todos — Marketing, Vendas, Financeiro, Produto, Atendimento, RH.

Erro 5: Pesquisa muito superficial

O erro: Fazer apenas um formulário online com 3 perguntas. Achar que é suficiente.

Por quê está errado: Dados superficiais geram personas superficiais. Você perde contexto, motivação, história.

Como evitar: Combine quantitativo + qualitativo. Use CRM + entrevistas + social listening.

Erro 6: Persona muito genérica ou muito específica

O erro: Persona tão genérica que serve para todo mundo. Ou tão específica que ninguém se identifica.

Equilíbrio: A persona deve ser específica o suficiente para guiar decisões — mas flexível o bastante para representar múltiplos clientes similares.

Teste: Mostre a persona para 3 clientes diferentes. Pelo menos 2 devem dizer “sou eu ou conheço alguém assim.”

Erro 7: Criar e esquecer (não usar de verdade)

O erro: Empresa investe R$ 5mil em pesquisa, cria persona linda em PowerPoint, e depois… ninguém usa.

Realidade: Fica engavetada. Marketing segue fazendo o que fazia. Vendas não muda abordagem. Nada muda.

Como evitar: Defina responsáveis, rituais e metas. Exemplo:

  • Cada campanha deve explicitar qual persona é target
  • Vendas deve relatar mensalmente: “Quantos leads dessa persona converteram?”
  • Revise personas a cada 3 meses

Implementando personas em sua estratégia: 3 departamentos que mudam

Criar a persona é só o começo. O impacto real vem quando você a implementa de verdade em marketing, vendas e produto.

Marketing: conteúdo e mensagens mais precisas

Quando você conhece Marina, você escreve conteúdo para Marina, não para “todo mundo.”

Antes (sem persona):
“Aumente sua rentabilidade com nossos serviços.”

Depois (com persona):
“3 processos que estão comendo sua margem: como padronizá-los sem burocratizar a agência” — direto para agências de marketing que têm esse problema específico.

O que muda:

  • Títulos de conteúdo: mais específicos
  • Keywords que você ataca: mais relevantes
  • Canais que escolhe: Marina usa LinkedIn, não TikTok
  • Tom de voz: profissional e direto, não coloquial
  • CTAs: “Veja nosso case com agências” é melhor que “Fale conosco”

Resultado: Taxa de conversão sobe de 1-2% para 4-5%.

Vendas: prospecção e abordagem alinhadas

Quando vendedor sabe que está falando com Marina, muda tudo:

Pesquisa antes da call:
“Marina é proprietária de agência em Curitiba. Provavelmente está com dificuldade em escalar. Vou perguntar sobre equipe, processos e desafios operacionais.”

Vs. sem persona:
“Oi, tudo certo? Você tem interesse em nossos serviços?” — genérico, sem contextus.

O que muda:

  • Seleção de leads: foca em potenciais Marinas, não em qualquer empresa
  • Abordagem: conversa sobre desafios específicos dela
  • Argumentação: mostra como você resolve o problema dela
  • Tempo de ciclo de vendas: reduz porque há alinhamento

Resultado: Taxa de conversão de lead → cliente sobe em 25-40%.

Produto: features e preço alinhados à persona

Quando você sabe que Marina gasta R$ 5-15k/mês com soluções, você não oferece plano de R$ 1k/mês (muito barato, ela não confia) nem de R$ 50k/mês (fora do orçamento dela).

O que muda:

  • Funcionalidades prioritárias: Marina quer automação e relatórios, não interface bonitinha
  • Preço: definido com base no que Marina consegue pagar
  • Onboarding: simplificado, porque Marina tem pouco tempo
  • Suporte: prioritário, porque Marina precisa de resultados rápidos

Resultado: Melhor fit produto-mercado, maior retenção, menos churn.

Perguntas frequentes sobre personas

Qual é a diferença entre persona e ICP (Ideal Customer Profile)?

Persona é o indivíduo. ICP é a empresa/organização.

Exemplo: Marina (persona) trabalha em uma agência de 5-10 pessoas (ICP). Se você trabalha com B2B, precisa de ambos.

É possível criar personas com pouco histórico de clientes?

Sim. Você cria uma proto persona — baseada em suposições internas e pesquisa de mercado, não em dados históricos. Depois, conforme ganhar clientes, valida e refina.

Quanto tempo leva para criar uma persona?

De 3-5 semanas se fizer direito. Não economize tempo aqui — quanto mais rigoroso, melhor o retorno.

Qual é a melhor ferramenta para fazer pesquisa de personas?

Não existe “melhor”. Use várias:

  • Google Forms (pesquisa online gratuita)
  • Typeform (mais interativa)
  • Calendly (marque entrevistas)
  • Notion ou Airtable (organize dados)
  • Google Analytics (comportamento online)
  • Your CRM platform

Quantas personas uma empresa de Curitiba deveria ter?

Comece com 1. Máximo 3 no início. Se tiver mais de 4, provavelmente está sendo genérico demais ou tem segmentos muito diferentes — aí talvez faça sentido.

Como validar que minha persona está correta?

Mostre para 5-10 clientes reais. Pergunte se se identificam. Se 70%+ disserem sim, você acertou.

Conclusão

Persona não é um documento bonito que fica na parede. É a bússola que guia cada decisão — do conteúdo que você publica ao preço que cobra, da forma como seu vendedor aborda um lead até o desing do seu produto.

Empresas em Curitiba que implementam personas estruturadas crescem 50% mais rápido que concorrentes. Aumentam conversão em 76%. Reduzem custo de aquisição em até 50%. Essas não são promessas — são números de empresas reais que fizeram o processo sério.

Se você quer sair da invisibilidade digital, aumentar suas vendas e finalmente falar com a pessoa certa — comece por entender de verdade quem é seu cliente ideal. Não por achismo. Por dados. Por histórias reais. Por conversas diretas.

A diferença entre empresas que crescem e empresas que ficam estagnadas é exatamente essa: as que crescem conhecem profundamente sua persona. As que ficam estagnadas esperam que todo mundo compre.

Se você é um empresário em Curitiba que quer crescimento reaa, baseado em dados, não em achismo, a Lab Growth está aqui para ajudar. Fizemos isso com centenas de clientes. Sabemos exatamente como criar personas que convertem, implementar em sua equipe e multiplicar seus resultados.

Fale conosco vamos analisar sua situação, identificar se você tem persona (ou se está deixando dinheiro na mesa), e traçar um plano específico para seu negócio.

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